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Já são conhecidos os vencedores da 10.ª edição dos Prémios Vector 2026 da igus: o Porto de Roterdão conquistou o prémio de ouro, graças ao seu sistema de fornecimento de energia a partir de terra para navios de cruzeiro. O Vector de prata foi atribuído à empresa Jenaer Antriebstechnik GmbH, pelo desenvolvimento de um sistema de posicionamento de ultra-precisão para a produção de microchips. Por sua vez, o Royal Ballet and Opera de Londres conquistou o Vector de bronze, graças a uma torre de palco com 37 metros de altura, equipada com tecnologia multimédia elevatória. A empresa Membion GmbH, que desenvolveu um biorreator de membrana para a filtragem de microplásticos na água potável, foi a grande vencedora do Vector verde. Nesta edição de aniversário do concurso, que distingue aplicações criativas e sustentáveis com calhas articuladas, a igus recebeu um número recorde de 424 candidaturas, provenientes de 36 países.
Numa época em que os conflitos globais e a incerteza económica estão a prejudicar muitas indústrias, a capacidade de inovar continua a ser essencial para o crescimento e para a competitividade. Com 227 novos motion plastics, a igus prova que as inovações podem surgir precisamente quando as condições são difíceis. De forma a continuar a crescer, a empresa investiu fortemente em novas infraestruturas e em automação, o que resultou em prazos de entrega ainda mais rápidos. Além disso, a igus está a expandir as suas atividades globais através de novas filiais e do aumento das existentes, com o objetivo de reforçar ainda mais a proximidade com os clientes através da produção local.
Cada vez mais robôs móveis estão a ser utilizados na indústria. De acordo com a Federação Internacional de Robótica (IFR), foram vendidos um total de 200.000 robôs colaborativos em todo o mundo, em 2024, em que 51% destes eram robôs para transporte e logística. Sempre que é necessária interação humana, processos variáveis ou mudanças frequentes de local, os robôs humanóides são vistos como uma tecnologia promissora. No entanto, na prática, a sua utilização falha, frequentemente, devido aos elevados custos de investimento e à integração complexa. Na Feira de Hannover, a igus apresentou uma visão geral das novas soluções de robótica low-cost que facilitam a entrada das empresas neste setor. Desde o robô AMR ReBeL Pallet Mover e 95 novos robôs humanóides disponíveis na plataforma RBTX, com sistemas de controlo por IA que, no futuro, permitirão treinar robôs de forma intuitiva através de comandos por gestos e por voz.
Se forem necessários componentes resistentes ao desgaste, fabricados em plásticos de elevado desempenho, a igus oferece a opção certa, entre mais de 50 materiais diferentes para injeção. O serviço de impressão 3D é ideal para a produção económica e rápida de componentes com formas especiais, protótipos ou pequenas séries. A igus acrescentou agora o iglidur i190PF à sua gama de filamentos, para que os clientes possam obter facilmente componentes extremamente reforçados, resistentes ao desgaste e isentos de PTFE, através da impressão 3D.
Em muitas instalações industriais, a manipulação indesejada ou acidental das ligações dos conectores pode provocar paragens ou aumento dos custos de manutenção. Os pontos de ligação das calhas articuladas são particularmente afetados. De forma a proteger ainda mais estes pontos no futuro, a igus apresenta uma nova solução com RFID para o sistema de conectores modulares.
Os engenheiros das áreas de equipamentos para medicina e automação laboratorial enfrentam frequentemente um problema: os módulos lineares para tarefas de posicionamento com cursos superiores a 200 mm rapidamente se tornam volumosos, funcionam de forma irregular devido aos fusos de diâmetro pequeno e não cumprem as rigorosas normas de higiene devido às massas lubrificantes. Por isso, a igus lançou o drylin SLW-0620-DS08. O módulo linear compacto, com acionamento por fuso, que permite cursos até 300mm, completamente isento de lubrificação, isento de PTFE e testado quanto às PFAS.
Os engenheiros de projeto que pretendem substituir as porcas dos acionamentos por fuso recorrendo a alternativas testadas quanto aos PFAS, enfrentam frequentemente um dilema, uma vez que existem poucas versões isentas deste químico, o que exigiria adaptações dispendiosas. A igus está a mudar isto com uma nova porca com flange, sem PTFE e testada para PFAS, feita de polímero iglidur de elevado desempenho. Permite uma substituição rápida de 1:1 e promete uma duração de vida acima da média graças a uma geometria especial da rosca.
Mesmo a tempo para a Compamed, a igus lançou uma nova resina para impressoras 3D que é isenta de PTFE e foi testada com sucesso para os 96 PFAS críticos. O iglidur i2000 é ideal para a impressão 3D de componentes para movimento sujeitos a atrito, como rodas dentadas em dispositivos médicos e, em comparação com as resinas convencionais, este material tem uma taxa de desgaste até 122 vezes inferior.
Os tempos de paragem não planeados na automação não custam só tempo, mas também dinheiro, especialmente na indústria automóvel. Com o novo sensor TR.P, a igus lança uma solução inteligente para robôs industriais que monitoriza ativamente os sistemas de calhas articuladas triflex e reage imediatamente caso ocorram forças de tração críticas. O sistema reconhece potenciais danos numa fase inicial, aumenta a segurança operacional e fornece um apoio durante o funcionamento através da monitorização do estado. A igus apresentou a nova solução na SPS em Nuremberga.
Os PFAS e os PTFE, um subgrupo dos PFAS, estão presentes em muitos produtos em todo o mundo há décadas, quer sejam panelas, sapatos ou mangueiras. É graças a eles que os casquilhos deslizantes podem, por exemplo, funcionar a seco, sem lubrificação. No entanto, os compostos orgânicos de flúor decompõem-se muito lentamente e podem ser prejudiciais para as pessoas e para a natureza. A discussão sobre uma possível proibição está a causar incerteza na indústria. Como pioneira em plásticos de elevado desempenho, isentos de lubrificação, para aplicações com movimento, a igus reconheceu este desafio numa fase inicial e já desenvolveu os seus próprios materiais isentos de PTFE. Na feira K dos plásticos, em Düsseldorf, que decorreu entre os dias 8 e 15 de outubro, a empresa demonstrou que esta mudança não só é possível, como também pode estar associada a melhorias técnicas.