Quem tem uma piscina no jardim poderá, no futuro, utilizá-la não só para nadar no verão, mas também para produzir eletricidade. A empresa austríaca SKYVOLUTION Energy GmbH desenvolveu, para o efeito, uma cobertura retrátil com módulos fotovoltaicos integrados. O sistema combina a proteção a vários níveis, o design e um produto de energia sustentável numa única solução. Contudo, a integração dos painéis solares apresentou desafios, visto que os cabos elétricos tinham de ser guiados através da estrutura móvel num espaço confinado e num ambiente exposto à humidade e a vapores de cloro. A igus disponibilizou a solução ideal com calhas articuladas compactas e robustas, incluindo uma versão personalizada especialmente para esta aplicação.
O que têm em comum um fio dental, um equipamento de esqui, uma panela e os casquilhos deslizantes? Todos têm uma base de compostos orgânicos de flúor, também conhecidos como PFAS. O que os torna especiais: Os PFAS são componentes insensíveis à água, ao calor e à sujidade. Por isso ajudam os casquilhos deslizantes a obter um funcionamento a seco resistente ao desgaste e isento de lubrificação . No entanto, como esses compostos químicos só podem degradar-se muito lentamente, têm uma reputação negativa. Se entrarem no meio ambiente, podem causar danos tanto às pessoas como à natureza. Por esse motivo, a igus está a desenvolver novos materiais para casquilhos deslizantes, como o novo iglidur JPF, que dispensam totalmente os PFAS e o PTFE.
A empresa britânica Greaves 3D Engineering criou um simulador profissional de carros de competição chamado “The Ultimate Drivers Rig”, que pode ser rapidamente rebatido e armazenado numa caixa de transporte. Isto torna o transporte para os eventos da empresa, para as feiras e para os circuitos muito mais fácil. Para reduzir o trabalho de manutenção durante as deslocações, os engenheiros confiam nas guias lineares e nos sistemas de acionamento robustos e isentos de lubrificação, tal como nas calhas articuladas e nos casquilhos deslizantes da igus.