Com a sua tomada de energia móvel a partir de terra (iMSPO), a igus desenvolveu um sistema móvel para fornecimento de energia para terminais portuários, que pode ser movimentado de forma flexível, dependendo da posição dos navios no cais. O sistema permite aos navios desligarem os motores nos terminais portuários e utilizarem a energia elétrica de terra, que é mais ecológica, reduzindo significativamente as emissões de CO2. Pela sua solução inovadora para possibilitar operações portuárias flexíveis e sustentáveis, a igus foi agora distinguida com a “Inovação Marítima do Ano”. O prémio foi entregue durante a conferência da Associação Americana de Autoridades Portuárias (AAPA) no Quebeque, Canadá.
O que têm em comum um fio dental, um equipamento de esqui, uma panela e os casquilhos deslizantes? Todos têm uma base de compostos orgânicos de flúor, também conhecidos como PFAS. O que os torna especiais: Os PFAS são componentes insensíveis à água, ao calor e à sujidade. Por isso ajudam os casquilhos deslizantes a obter um funcionamento a seco resistente ao desgaste e isento de lubrificação . No entanto, como esses compostos químicos só podem degradar-se muito lentamente, têm uma reputação negativa. Se entrarem no meio ambiente, podem causar danos tanto às pessoas como à natureza. Por esse motivo, a igus está a desenvolver novos materiais para casquilhos deslizantes, como o novo iglidur JPF, que dispensam totalmente os PFAS e o PTFE.
A empresa britânica Greaves 3D Engineering criou um simulador profissional de carros de competição chamado “The Ultimate Drivers Rig”, que pode ser rapidamente rebatido e armazenado numa caixa de transporte. Isto torna o transporte para os eventos da empresa, para as feiras e para os circuitos muito mais fácil. Para reduzir o trabalho de manutenção durante as deslocações, os engenheiros confiam nas guias lineares e nos sistemas de acionamento robustos e isentos de lubrificação, tal como nas calhas articuladas e nos casquilhos deslizantes da igus.